terça-feira, março 01, 2005

A anti-União Nacional da III República
A Assembleia da República é, depois das eleições de dia 20 de Fevereiro, a câmara de um partido único com diversas sensibilidades, ao qual resistem, fora do partido, raríssimas excepções. Este partido único unifica Marxistas-Leninistas (que, pasme-se, defendem o aumento do consumo como motor da economia, segundo nos fez saber a Odete Santos), Leninistas-Marxistas (as guerras que esta diferença já provocou em Portugal…), Trotskistas (mas isso agora já não interessa nada, como o Miguel Portas nos fez, também, saber), Socialistas (da ala esquerda do PS), Sociais-Democratas (do PS), Sociais-Democratas do centro esquerda (do PSD) e Sociais-Democratas portugueses (do PSD).

Algumas fontes:

- O Nortista, Anti-Elitista e Anti-Liberal de centro-esquerda
- A oposição de esquerda dentro do PS
- Os da Internacional
- O saco de gatos

Conservadores e Liberais de todo o país, uni-vos!

2 Comments:

At 2:21 da tarde, Blogger A vizinha do lado said...

O tom de confusão com que descreves a actual realidade política, ainda que não se afaste muito da que é efectivamente, dá-me, todavia, a ideia de que não te agradaram os resultados destas eleições. Terás razão, porventura, em temer as consequências. Ainda assim talvez te estejas a arrogar o direito de julgar e condenar antes de conheceres, como eu própria faço com os vizinhos que observo da minha janela. Eu própria não confio que este Governo nos vá governar em condições, não os escolhi, sequer; a minha escolha foi outra. No entanto, apesar do muito (pouco) que se vai aprendendo ao ver passar tais caravanas, ainda me resta uma infantil esperança de que alguém nos surpreenda sendo competente. Veremos, não?

 
At 2:21 da tarde, Blogger A vizinha do lado said...

O tom de confusão com que descreves a actual realidade política, ainda que não se afaste muito da que é efectivamente, dá-me, todavia, a ideia de que não te agradaram os resultados destas eleições. Terás razão, porventura, em temer as consequências. Ainda assim talvez te estejas a arrogar o direito de julgar e condenar antes de conheceres, como eu própria faço com os vizinhos que observo da minha janela. Eu própria não confio que este Governo nos vá governar em condições, não os escolhi, sequer; a minha escolha foi outra. No entanto, apesar do muito (pouco) que se vai aprendendo ao ver passar tais caravanas, ainda me resta uma infantil esperança de que alguém nos surpreenda sendo competente. Veremos, não?

 

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